Demóstenes é investigado por suposta sociedade com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. "Ora, é inconcebível que matérias jornalísticas inconsequentes, descompromissadas com a verdade e com a respeitabilidade do Senado Federal e de seus membros, possa dar azo a uma desconfiança, um olhar enviesado contra um parlamentar, sobretudo quando a investigação em si vira um outro factoide a ser explorado pejorativamente por essa mesma imprensa", afirmou na defesa.
O advogado ataca o uso das escutas telefônicas que serviram de base para o pedido do PSOL. "Toda essa mídia produzida é inválida, é inconstitucional." O defensor de Demóstenes faz no documento uma grave acusação às escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal, quando o senador foi flagrado em conversas com Cachoeira. Kakay disse que houve "manipulação" das conversas. "Peritos analisaram parte das gravações para mostrar que há erros graves. Há manipulação nessas conversas".