Sobre o rito do processo na Câmara e no Senado, o ministro entende, tal como Fachin, que a Câmara, autorizando o início do processo, não dá margem para o Senado recusar. " É óbvio que o Senado pode, depois, votar contra o impeachment, mas tem que instalar o processo".
Dias Toffoli acompanha voto do relator Edson Fachin
Ministro do STF e presidente do TSE defendeu votação secreta, candidatura avulsa e poder da Câmara
O ministro do STF, Dias Toffoli, e presidente do TSE, acompanhou o voto do relator da ação do PCdoB que questionou o rito adotado pela Câmara dos Deputados, ministro Edson Fachin. Toffoli considera válida a votação secreta e a formação de candidatura avulsa.
Sobre o rito do processo na Câmara e no Senado, o ministro entende, tal como Fachin, que a Câmara, autorizando o início do processo, não dá margem para o Senado recusar. " É óbvio que o Senado pode, depois, votar contra o impeachment, mas tem que instalar o processo".
Sobre o rito do processo na Câmara e no Senado, o ministro entende, tal como Fachin, que a Câmara, autorizando o início do processo, não dá margem para o Senado recusar. " É óbvio que o Senado pode, depois, votar contra o impeachment, mas tem que instalar o processo".