O presidente da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, Moisés Barboza (PSDB), exonerou o assessor de plenário Evaristo Barbat Mutti, da bancada do Podemos, ligado ao vereador Giovani Byl.
Conforme Barboza, o servidor não atuava no gabinete do vereador Byl, mas nas dependências da bancada do partido e no plenário. “As assessorias de plenário são responsabilidade também do presidente. Então, tomei a decisão de exonerá-lo.”
Evaristo foi preso preventivamente, junto ao vereador Byl, na última sexta-feira (18), na Operação Cinesia, deflagrada pelo Ministério Público, que apura o desvio de mais de R$ 2 milhões repassados pelo Fundo Municipal de Saúde de Porto Alegre para a execução de emendas parlamentares.
- TJRS nega pedido de soltura de vereador Giovane Byl, preso em operação contra desvio de verbas da saúde
- Quem é Giovane Byl, vereador preso em ação do MP em Porto Alegre
- Defesa de Giovane Byl diz que vereador é inocente e vai se manifestar após acesso aos autos
Na última quarta-feira (23), o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) negou o pedido de soltura apresentado pela defesa do vereador. No caso de Evaristo, a defesa conseguiu uma liminar que converteu a prisão preventiva em domiciliar, com medidas cautelares. Entre elas está a proibição de acesso à Câmara de Vereadores, de contato com outros investigados e testemunhas, além da suspensão do exercício da função pública.
