No documento escrito pelos familiares das vítimas, o grupo elogia o trabalho de Tarso no governo do presidente Luiz Inácio Lual da Silva e, em especial, no Ministério da Justiça. “Tarso soube difundir valores e pautas como a da memória e da anistia, recolocando no cenário público a agenda ainda pendente da transição política", diz o texto.
Já os juristas, em seu manifesto, afirmam estarem convictos de que eleger Tarso é “um gesto de sabedoria e de costumeira vanguarda do admirado povo gaúcho”.
