Dilma destacou que, no governo Lula, 28 milhões de brasileiros saíram da pobreza, o equivalente à "torcida do Inter, do Grêmio e bem mais que a do Caxias", brincou a candidata. Dima disse também que é "verdadeira continuidade" do atual governo e que a esperança e o amor derrotarão o ódio.
Em seu discurso, Lula criticou a forma agressiva da campanha adversária, sem citar nomes. “Sempre que eu perdi, não senti raiva. Tratava de fechar minhas feridas e me preparar para um novo combate”, afirmou. Lula disse ainda que não votar em Dilma vai contra a democracia. “Não é contra ela, é contra o povo do rio Grande do Sul”, defendeu.
O presidente também citou obras realizadas durante os oito anos de seu governo, entre elas os programas Universidade para Todos (ProUni), Luz Para Todos e a redução do desmatamento. “Nós tiramos 15 milhões de brasileiros da escuridão, das trevas”, destacou.
No fim de seu discurso, o presidente pediu para que a militância não se envolva em conflitos. "Não aceitem provocações. Eu aprendi na vida que, quando um não quer, dois não brigam", afirmou, referindo-se à confusão no Rio de Janeiro que resultou na suposta agressão contra Serra.
Dividiram o palco com o presidente e a candidata o governador eleito Tarso Genro (PT), o prefeito da Capital, José Fortunati (PDT), os senadores Sérgio Zambiasi (PTB) e Paulo Paim (PT), além do ex-governador Olívio Dutra, deputados e prefeitos da região.
