“Essa já era a nossa ideia no primeiro turno, como nos outros anos, mas realmente fomos surpreendidos pela grande quantidade de ‘santinhos’ que foram descartados naquele domingo de muito vento, inclusive. Como este segundo turno não tem a participação de candidatos ao Senado, à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa, com certeza o volume de papel será muito menor e conseguiremos repetir o trabalho eficaz que fizemos nas eleições anteriores, de 2008 e 2006”, afirma o supervisor de operações do DMLU, Adelino Lopes Neto.
Nas últimas eleições municipais, em 2008, bem como nas últimas eleições gerais, em 2006, a quantidade de lixo eleitoral no dia do segundo turno baixou para 11 toneladas; ou seja, cerca de 10% do que foi coletado no dia 3 de outubro passado. No primeiro turno das eleições de 2010, o DMLU recolheu 45 toneladas de placas no dia das votações e cerca de 112 toneladas de ‘santinhos’ depois de fechadas as urnas, durante quatro dias.
