“O reduzido volume de cavaletes e de santinhos, por conta de haver apenas dois candidatos na disputa, facilitou o trabalho”, ressaltou o supervisor de Operações do DMLU, Adelino Lopes Neto. Apenas em pontos afastados do Centro, como nas proximidades do acesso ao Aeroporto Internacional Salgado Filho, ainda era possível avistar resíduos das campanhas principalmente em canteiros divisores de pista. “Trabalhamos com agilidade para garantir que não houvesse resquícios de lixo eleitoral já nas primeiras horas da manha”, observou o supervisor de Operações.
O supervisor revelou que, na noite de sábado, por solicitação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), 10 garis divididos em dois caminhões percorreram ruas e avenidas para recolher placas de propaganda que estavam na via pública. “No primeiro turno fomos surpreendidos com uma grande quantidade de santinhos e pelo vento, que atrapalhou bastante. Trabalhamos mais dois dias além do previsto”, comentou.
Como o segundo turno não teve a participação de candidatos ao Senado, à Câmara Federal, à Assembleia Legislativa e ao governo do Estado, o volume diminuiu consideravelmente. “Conseguimos repetir o trabalho eficaz que realizamos nas eleições de 2006 e 2008”, disse. Nas eleições municipais de 2008 e nas eleições gerais de 2006, o volume de lixo eleitoral recolhido no segundo turno foi de aproximadamente 11 toneladas. O material recolhido foi levado para a Estação de Transbordo do DMLU, na Lomba do Pinheiro, e, depois, para o Aterro Sanitário, em Minas do Leão.
