"Ainda assim, obtivemos aumento de arrecadação. No governo do Estado, quero dialogar com setor por setor, para promover a desoneração fiscal. As soluções devem ser construídas através de um diálogo com todos os setores", defendeu o candidato durante café da manhã com a diretoria da Federação do Comércio de Bens e de Serviços no Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS).
Fogaça porpôs também a criação de um programa de financiamento para compra de máquinas emissoras de cupom fiscal por micros, pequenas e médias empresas que ainda não dispõem do equipamento para trabalhar com a transferência eletrônica de fundos (TEF)."Muitas vezes, é um custo que os pequenos não têm condições de arcar", observou. De acordo com o peemedebista, esta é uma medida para beneficiar os pequenos empreendedores e estimular a arrecadação.
Acompanhado do candidato ao senado Germano Rigotto, Fogaça afirmou ainda que o Rio Grande do Sul precisa adotar uma nova postura de integração com o governo federal, que seja ao mesmo tempo harmônica e independente. "É um erro partidarizar as relações. O próximo governante deve saber construir soluções comuns e não se submeter a posições ideológicas, pois o alinhamento total pode trazer prejuízos", argumentou.
Do presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Zildo De Marchi, Fogaça recebeu um documento com as principais demandas do setor terciário gaúcho, que representa mais de 500 mil empresas e 1 milhão de empregos formais. O segmento movimenta cerca de R$ 90 bilhões por ano.
