Flores disse que o PSTU quer valorizar os servidores, garantindo piso nacional a professores e funcionários em seu plano de carreira, recuperando a educação pública e ampliando a rede escolar. O candidato socialista afirmou que os governos não investem nas melhorias sociais. Segundo ele, as prioridades são a erradicação da fome e da miséria, pois as questões básicas ao cidadão são precárias em todo o País.
Ao ser questionado sobre o fim da isenção fiscal para grandes empresas, Flores disse ser um absurdo que empresas como GM, Gerdau e fumageiras não paguem impostos. Ressaltou que esse dinheiro falta para a saúde e para a infraestrutura do Estado. O candidato também citou que "pegam o voto do trabalhador e governam para os ricos", enfatizando que agora é a hora de mudar. Sugeriu uma inversão de prioridades e a revisão das finanças do Estado.
