"O crime aconteceu dentro de um comitê eleitoral e, da mesma forma que a Polícia Federal está investigando os tiros em outro comitê na Capital, ela também terá que investigar este caso e, na minha opinião, a resposta tem que ser dada o mais rápido possível. Perdemos uma vida, estamos todos machucados e abatidos. Espero que os emails sejam verificados e que todos os dados sejam apurados para que a verdade seja esclarecida", declarou Melo.
Melo comentou que Zalewski não era mais o mesmo nos últimos dias, opinião que foi compartilhada pela esposa do ex-coordenador de campanha. "Ele estava abatido e a esposa dele até me telefonou para relatar isso. No sábado, tivemos uma reunião para tratar das propagandas. Eu liguei para o Plínio e pedi para que ele estivesse lá, o que acabou não acontecendo. Só voltei a conversar com ele no domingo, por telefone. O momento é de dor e a intenção é fazer um sepultamento justo ao Plínio", acrescentou.
Campana
Melo relatou que tem sido acompanhado de maneira suspeita durante a campanha para prefeito de Porto Alegre. "Tem havido campana na minha casa, na casa do partido e por onde eu ando. Isso é uma coisa fascista. Campanha política não é para isso", resumiu.
Candidato @SebastiaoMelo defende entrada da Polícia Federal para investigar morte de Plínio @RdGuaibaOficial @correio_dopovo pic.twitter.com/oisPVdbMWT — Lucas Rivas (@lucas_rivas) October 18, 2016
