Eleições

Melo quer que Polícia Federal investigue morte de coordenador de campanha

Candidato a prefeito de Porto Alegre pelo PMDB afirmou que Plínio Zalewski "não era mais o mesmo"

Melo quer que Polícia Federal investigue morte de coordenador de campanha
Melo quer que Polícia Federal investigue morte de coordenador de campanha Foto : Lucas Rivas / Rádio Guaíba / Especial / CP
O vice-prefeito de Porto Alegre e candidato ao Paço Municipal, Sebastião Melo (PMDB), afirmou nesta terça-feira que está abalado com a morte de Plínio Zalewski, que era o coordenador de campanha. Em entrevista concedida no cemitério João XVIII onde ocorre o velório, Melo declarou que deseja que a Polícia Federal (PF) assuma a investigação do caso.

"O crime aconteceu dentro de um comitê eleitoral e, da mesma forma que a Polícia Federal está investigando os tiros em outro comitê na Capital, ela também terá que investigar este caso e, na minha opinião, a resposta tem que ser dada o mais rápido possível. Perdemos uma vida, estamos todos machucados e abatidos. Espero que os emails sejam verificados e que todos os dados sejam apurados para que a verdade seja esclarecida", declarou Melo. 

Melo comentou que Zalewski não era mais o mesmo nos últimos dias, opinião que foi compartilhada pela esposa do ex-coordenador de campanha. "Ele estava abatido e a esposa dele até me telefonou para relatar isso. No sábado, tivemos uma reunião para tratar das propagandas. Eu liguei para o Plínio e pedi para que ele estivesse lá, o que acabou não acontecendo. Só voltei a conversar com ele no domingo, por telefone. O momento é de dor e a intenção é fazer um sepultamento justo ao Plínio", acrescentou. 

Campana


Melo relatou que tem sido acompanhado de maneira suspeita durante a campanha para prefeito de Porto Alegre. "Tem havido campana na minha casa, na casa do partido e por onde eu ando. Isso é uma coisa fascista. Campanha política não é para isso", resumiu.  




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