Eleições

Meta nega tratamento desigual entre Flávio e Lula

Plataforma afirmou que parecer da PGR reconhece boa fé da empresa

Meta nega tratamento desigual entre Flávio e Lula
Meta nega tratamento desigual entre Flávio e Lula Foto : Paul Faith / AFP / CP

A Meta negou nesta terça-feira ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tenha destinado um tratamento desigual nas campanhas eleitorais de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidatos à presidência do Brasil. Segundo informações da rede de notícias CNN, a plataforma afirmou que o parecer da Procuradoria-Geral da República reconhece boa fé da empresa.

A Meta, dona do Facebook, Instagram e do WhatsApp, colocou ainda que seguiu as regras de isonomia. Através do escritório de advocacia que a representa no Brasil, a Meta ainda solicitou uma reunião de trabalho para esta terça-feira para apresentar o conteúdo e o formato das entregas. Além disso, quer usar o encontro para fazer mais esclarecimentos técnicos a respeito do tema.

A resposta Meta atendeu a um pedido do TSE, que havia estabelecido um prazo de 24 horas para apresentar provas de que cumpriu as determinações da Corte no que diz respeito à distribuição de conteúdo político e à veiculação de anúncios eleitorais no segundo turno das eleições deste ano.

A decisão foi proferida no último domingo, 18, pelo ministro Marco Aurélio Bellizze e previa o aumento da multa diária para R$ 1 milhão caso a empresa não comprovasse o cumprimento integral das medidas dentro do prazo estipulado.

Desde a semana passada, a Coligação Brasil Pronto pra Mais, do presidente Lula, acusava a Meta de uma série de condutas.

A campanha afirmou que as ações da empresa estariam violando a paridade de armas entre os candidatos. A ação cita um vídeo de Lula no Instagram (7 de outubro) que exibia mais curtidas do que visualizações.

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