Em tom de despedida, a propaganda do PT teve início com imagens da campanha da candidata e de sua avaliação sobre o período em que rodou o País em busca de votos. "Por onde andei, vi um País que cresce cheio de confiança em seu futuro. Mas que agora tem um rumo, tem um projeto", afirmou. A inserção ressaltou a atuação da petista à frente do Ministério da Casa Civil e o significado do Brasil eleger uma mulher presidente. No esforço de reforçar a identificação feminina, e conquistar o voto de gênero, a candidata recebeu o apoio de mães, que defenderam o papel pioneiro que a candidata desempenharia caso seja eleita.
Em resposta aos ataques que a petista sofreu em relação ao aborto, a inserção ressaltou propostas da candidatas para as futuras mães, como o programa Mãe Cegonha. De volta à inserção do PT, e com grande destaque, o presidente atuou mais uma vez como cabo eleitoral da candidata. Em discurso emocionado, Lula relembrou a sua trajetória de vida e agradeceu a Deus por ter lhe dado a oportunidade de "mudar a vida de uma família imensa", em referência ao Brasil. O petista aproveitou a oportunidade para pedir votos para sua candidata, a quem chamou de guerreira, e se despedir dos eleitores. "Pela primeira vez depois de cinco eleições, meu retratinho não estará na urna", afirmou. "Na hora que você apertar o 13 e aparecer o retratinho de Dilma, você vai estar votando um pouquinho em mim", afirmou.
O petista atribuiu à candidata parte da responsabilidade pelas conquistas alcançadas em seu governo. "Ela tem tudo para levar este trabalho adiante, avançando no que precisa avançar."Na toada do Hino Nacional, a inserção do PSDB apresentou o candidato José Serra como um homem público com experiência e com grande estima pela sua família. "Ele trocava a fralda das crianças e dava a mamadeira", ressaltou a esposa do candidato, Mônica Serra, exibia na peça ao lado do candidato, na sala de estar da família.
O PSDB voltou a apostar na biografia do candidato e adotou a estratégia da comparação entre Serra e Dilma, com o intuito de minimizar a trajetória pública da petista. "Ele é diferente da Dilma, que nunca disputou uma eleição e só chegou aqui com ajuda de um padrinho político", destacou o narrador.
O PSDB apostou também em cenas histórias, como a participação de seu candidato nas lutas do movimento estudantil, no exílio no Chile e nos cargos ocupados ao longo de 40 anos de carreira dedicada à política. "O presidente de um País tem que ser preparado, precisa ter história de vida e sensibilidade, este é José Serra", frisou a propaganda, com destaque para algumas de suas plataformas, como a implantação do salário mínimo de R$ 600 e o reajuste de 10% para os pensionistas. A inserção mostrou também o apoio de artistas e intelectuais ao tucano, como o ator Juca de Oliveira, do jurista Hélio Bicudo e do músico Gonzaguinha.
