“Em hipótese alguma podemos atrelar a nossa história, partidária ou pessoal, a siglas envolvidas, dia após dia, em escândalos de corrupção", defendeu Alexandre Dornelles, membro do Diretório Estadual e um dos coordenadores gaúchos da campanha de Plínio Arruda à Presidência da República.
Em nota, na semana passada, a Executiva Estadual explicou que tinha diferenças políticas com Paim, mas, na luta pelos direitos dos aposetandos, preferia o seu nome ao de candidatos de "grandes coligações". A decisão, tomada sem consultar a base, tirou da disputa ao Senado o candidato Luiz Carlos Lucas. O partido manteve apenas a candidatura de Bernadete Menezes.
