O nome de Gaguim é citado em interceptações telefônicas autorizadas judicialmente em investigação do núcleo Campinas do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), braço do Ministério Público Estadual. Os dados relativos a ele foram enviados para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), corte que tem competência para eventual abertura de inquérito.
A promotoria suspeita que pessoas próximas a Gaguim frequentavam uma mansão no bairro Nova Campinas que servia de base da organização criminosa. A investigação mostra que o imóvel, protegido por policiais civis, era uma "casa do lobby". Os contatos políticos e as fraudes, segundo a promotoria, eram articulados por Manduca.
Gaguim busca a reeleição e lidera as pesquisas de intenção de voto. Ele atribui a vinculação de seu nome a adversários políticos e nega negócios ilícitos com os empresários presos.
