Dilma reiterou sua surpresa com a rapidez na votação à época, mas fez questão de dizer que isso se justificava pela importância do tema, pois "ou se reformava ou o setor quebrava", já que o País atravessava uma crise histórica na geração e transmissão de energia elétrica.
A reação do Palácio do Planalto veio quase 24 horas depois da afirmação de Joaquim Barbosa, durante leitura de seu voto, quando defendeu a punição de políticos como Roberto Jefferson, delator do mensalão. Na nota de uma página, a presidente diz que era preciso fazer "esclarecimentos que eliminem qualquer sombra de dúvida acerca das minhas declarações, dentro dos princípios do absoluto respeito que marcam as relações entre os Poderes Executivo e Judiciário".