Marco Aurélio votou por 2 anos e 3 meses, e foi seguido por Gilmar Mendes e Celso de Mello. Em relação ao crime de corrupção passiva, Barbosa votou pela pena de 2 anos e 6 meses; Lewandowski, 1 ano e 3 meses, acompanhado por Rosa Weber e Cármen Lúcia. Celso de Mello votou pela pena de 1 ano e 6 meses, acompanhado por Gilmar Mendes, Marco Aurélio e Luiz Fux. Como a pena de 1 ano e 6 meses incide na hipótese de prescrição, Genu não cumprirá pena por corrupção passiva.
Pelo crime de lavagem de dinheiro, o relator votou pela pena de 5 anos, e foi acompanhado por Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Celso de Mello.
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Joaquim Barbosa também proclamou seu voto como vencedor em relação ao crime de lavagem de dinheiro cometido por Enivaldo Quadrado apesar de a votação no plenário ter acabado empatada. Quadrado é ex-sócio da corretora Bônus Banval, usada para repassar recursos do esquema a políticos do PP.O voto de Barbosa condena Quadrado a 6 anos, 9 meses e 20 dias de prisão. Ele foi acompanhado por Luiz Fux, Gilmar Mendes e Celso de Mello. O revisor, Ricardo Lewandowski, defendeu pena de 3 anos e 6 meses de prisão. Os ministros Dias Toffoli, Rosa Weber e Cármen Lúcia tinham proposta pena de 4 anos e 8 meses, mas disseram adotar o critério de aproximar o voto de quem estivesse mais próximo, e os três declararam acompanhar o revisor.
Na proclamação do resultado, porém, Barbosa apenas repetiu os termos de seu voto e o declarou vencedor. Nenhum ministro ou advogado fez questionamento à decisão do relator e presidente interino. Além da pena de prisão, o ex-sócio da corretora foi condenado ao pagamento de 260 dias-multa por este crime, valor superior a R$ 600 mil.
Quadrado foi condenado também por formação de quadrilha. Neste caso, os cinco ministros que votaram fixaram a pena em 2 anos e 3 meses.
Breno Fischberg foi condenado pelo crime de lavagem de dinheiro. Por 3 votos a 2, prevaleceu a pena estipulada por Barbosa: cinco anos e dez meses de prisão, mais 220 dias-multa no valor de dez vezes o salário mínimo vigente à época. Se a pena de prisão não for alterada até o final do julgamento, Fischberg deve cumprir em regime semiaberto, pois a penalidade é inferior a oito anos de prisão.