Abreu foi preso no dia 25 de abril, em Goiânia, por envolvimento na Operação Saint-Michel, deflagrada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de Brasília. Ontem, a CPI decidiu quebrar os sigilos da empresa. O próximo a comparecer é Lenine Araújo de Souza, investigado como contador da organização.
Primeiro convocado a tomar assento nesta manhã, Gleyb Ferreira da Cruz, apontado como “laranja” de empreendimentos de Cachoeira manteve-se em silêncio diante dos parlamentares e foi dispensado pelo presidente da comissão.
Assim como os demais convocados de hoje veio ao Senado munido de habeas corpus com liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir o direito de ficar em silêncio durante o depoimento.
O presidente da comissão e outros parlamentares criticaram o teor das decisões tomadas pelos ministros do STF, já que, como afirmou Vital do Rêgo, a comissão tem respeitado a garantia constitucional de os depoentes ficarem calados.