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A primeira pergunta foi feita pela relator da CPMI, o deputado Marco Maia, do PT-RS. Maia questionou o ex-diretor sobre a negociação para a compra da refinaria de Pasadena. Paulo Roberto da Costa foi enfático: "Mais uma vez eu me reservo o direito de não falar".
A oposição pediu ao presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), que a sessão seja secreta para dar a Costa oportunidade de falar sem prejudicar o acordo de delação premiada feito com a Justiça. A oferta foi feita ao ex-diretor da Petrobras, que disse que, independentemente disso, não responderia.
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Delação premiada
Os termos da delação premiada acertada com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, garantem ao ex-diretor os benefícios como redução de pena, em caso de condenação. E caso ele respondesse as perguntas, Costa poderia perder este direito.
Na delação, o ex-diretor da estatal cita nomes de políticos que teriam recebido propina no suposto esquema investigado na Operação Lava Jato, da Polícia Federal.
Sessão aberta
Senadores e deputados iniciaram a sessão da CPMI da Petrobras discutindo se depoimento do ex-diretor Paulo Roberto Costa, convocado para falar sobre denúncias de corrupção envolvendo políticos na estatal, fosse realizado em sessão aberta ou fechada.
O deputado federal do Rio Grande do Sul, Onyx Lorenzoni, do DEM, reiterou que apesar da possibilidade do convocado não responder, queria ter mantido o seu direito de perguntar. Outro gaúcho, Enio Bacci, do PTD, reforçou o apelo para que o depoimento fosse em sessão aberta. Foi decidido, após longo debate que a sessão fosse realizada de forma aberta.