Inicialmente, na época das discussões da proposta e mesmo após sua aprovação, a expectativa era aumentar a arrecadação em aproximadamente R$ 2 bilhões ao longo deste ano. No entanto, em função da recessão no cenário econômico nacional, que levou a queda de arrecadação de cerca de R$ 1 bilhão em 2015 no Rio Grande do Sul, os cálculos foram refeitos.
Segundo o secretário da Fazenda, Giovani Feltes, previsão mais realista indica que o reforço em caixa em 2016 deve ficar em torno de R$ 1,6 bilhão com a elevação do tributo. No dia 10, ingressarão em caixa os valores relativos aos setores de energia, telecomunicações e combustíveis, cujo aumento foi de 25% para 30%, servindo de “termômetro” à estimativa da variação da arrecadação no restante do ano.