Política

Justiça concede liberdade a Dadá, braço direito de Cachoeira

Ex-sargento terá de pedir autorização ao Judiciário sempre que precisar viajar

Tido como braço direito do contraventor goiano Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, o ex-sargento da Aeronáutica Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, conseguiu convencer a Justiça a soltá-lo. Desembargadores do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região concederam nesta segunda-feira um habeas corpus a Dadá, mas a decisão tem algumas condições. O ex-sargento poderá responder a ação em liberdade, mas terá de cumprir o compromisso de comparecer na Justiça sempre que necessário. Ele também está proibido de manter contato com outras pessoas ou empresas suspeitas de envolvimento no esquema. Pela decisão do TRF, Dadá terá de pedir autorização ao Judiciário sempre que precisar viajar.

Cachoeira permanecerá preso em Brasília

O TRF confirmou também nesta segunda-feira, por unanimidade, decisão liminar que resultou na transferência do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, para a Penitenciária da Papuda, em Brasília. Antes, ele estava detido no Presídio Federal de Mossoró (RN).

Os três integrantes da terceira turma do Tribunal analisaram decisão individual do desembargador Fernando Tourinho Neto, do dia 16 de abril. Tourinho é o relator de todos os pedidos do processo de Cachoeira no TRF1 porque recebeu, por sorteio, o primeiro recurso que chegou à corte sobre o assunto.

Cachoeira está detido em Brasília desde o dia 18 de abril, em uma área federal. Ele foi preso no dia 29 de fevereiro como resultado da Operação Monte Carlo, que apurou esquemas de corrupção e exploração de jogos ilegais no Centro-Oeste.

Com informações da Agência Estado e Agência Brasil

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