Cabe recurso da decisão ao Tribunal de Justiça gaúcho. O Ministério Público (MP) também cogita recorrer buscando aumentar as penalidades.
Conforme as investigações do MP, o Prefeito usou dinheiro público para promoção pessoal com fins políticos-eleitorais e ainda fracionou objeto a ser contratado para evitar a realização de licitação.
Pelos mesmos atos, o prefeito responde a processo criminal na 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça. A denúncia, ajuizada pela Procuradoria de Prefeitos, já foi recebida pelos desembargadores, e o processo está em fase de instrução.