Conforme o promotor de Justiça da Especializada, André de Azevedo Coelho, o prefeito utilizou a estrutura administrativa para a prática de fraudes e agiotagem. Segundo o pedido de afastamento, ele nomeou como secretário municipal uma testemunha de acusação, que já havia sido intimada pelo Ministério Público. De acordo com o promotor, a criação do cargo e a nomeação foram realizadas após o ajuizamento das ações “com evidente intuito de interferir na colheita judicial da prova”.
Das seis ações civis públicas movidas contra Han, cinco delas dizem respeito a improbidade administrativa. Além disso, duas ações criminais foram ajuizadas pela Procuradoria de Prefeitos do Ministério Público. No lugar do atual prefeito, deve assumir, como chefe do Executivo, o vice, Gilmar Bellini (PPS).