Entre os pontos acordados está o compromisso com a reforma agrária, o fim da reeleição e a elaboração de um projeto de lei que transforme o Bolsa Família em política de Estado. “Compromissos avançados com a educação, assumindo a educação em tempo integral, que Eduardo Campos tanto se esforçava para mostrar que fez a diferença na qualidade do ensino em Pernambuco”, acrescentou, durante o pronunciamento sobre os termos do documento.
Também fazem parte do compromisso assinado pelo tucano uma série de pautas sócio-ambientais, como o fim do desmatamento e a manutenção da prerrogativa do Executivo na demarcação de terras indígenas. “Inédita determinação de preparar o país para as mudanças climáticas e fazer a transição para uma economia de baixo carbono, assumindo protagonismo global nessa área”, elogiou a ex-ministra do Meio Ambiente.
Marina ressaltou que sua decisão foi tomada após todos os partidos de sua base de apoio manifestarem as posições, em sua maioria, favoráveis a Aécio Neves. “A minha posição nesse momento tem um lastro daqueles que me empoderaram para liderar a campanha política no primeiro turno. E respaldada por esse lastro, após conversar com muitas pessoas, refleti sobre o momento importante que o nosso país está vivendo”.
Sobre a campanha, a ex-senadora voltou a reclamar do tom das críticas recebidas no primeiro turno. “Não podemos mais continuar apostando no ódio, na calúnia, na desconstrução de pessoas e propostas apenas pela disputa de poder que divide o Brasil”, destacou.