Na decisão, o ministro alega que o depoimento corre em segredo de Justiça e não pode ser compartilhado. Em setembro, os integrantes da CPMI reuniram-se com o presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Na ocasião, segundo relato do presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), eles explicaram que o depoimento não pode ser repassado, por ser restrito às partes que fazem a investigação.
Ministro do STF volta a negar acesso à delação de ex-diretor da Petrobras
Paulo Roberto Costa cumpre prisão domiciliar em casa na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido do Ministério da Justiça e da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras para ter acesso ao depoimento no qual o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa cita nomes de políticos favorecidos com propinas no esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato, da Polícia Federal. Costa cumpre prisão domiciliar em casa na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio.
Na decisão, o ministro alega que o depoimento corre em segredo de Justiça e não pode ser compartilhado. Em setembro, os integrantes da CPMI reuniram-se com o presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Na ocasião, segundo relato do presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), eles explicaram que o depoimento não pode ser repassado, por ser restrito às partes que fazem a investigação.
Na decisão, o ministro alega que o depoimento corre em segredo de Justiça e não pode ser compartilhado. Em setembro, os integrantes da CPMI reuniram-se com o presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Na ocasião, segundo relato do presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), eles explicaram que o depoimento não pode ser repassado, por ser restrito às partes que fazem a investigação.