Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos no município. Além do dinheiro, equipamentos de informática e documentos também foram recolhidos. Parte do material que servirá como prova contra os investigados estava escondida dentro do prédio sede do Executivo local. A reportagem tentou contato com o prefeito, mas ele não atendeu ao chamado pelo telefone.
A quantia de dinheiro apreendida não foi divulgada. De acordo com o Ministério Público (MP), o crime ocorria "há anos". Pacientes que precisaram de exames laboratoriais e cirurgias, por exemplo, estavam sendo obrigados a pagar pelos procedimentos, conforme apurou a investigação. O Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul (TCE) também participou da operação.