Durante o seu voto, no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus por tentativa de golpe de Estado, em diálogo com o ministro Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia rememorou um episódio cômico envolvendo o colega de Corte.
Nas palavras da magistrada, uma senhora que ela conheceu na farmácia confundiu o termo “neutralização” com “harmonização”.
A palavra, no contexto da trama golpista, foi utilizada em plano para matar Moraes. A pessoa ainda teria questionado a ministra: “Mas neutralização não é uma coisa boa? A minha amiga fez e ficou ótimo”.
A situação gerou risos e descontração durante a leitura do voto.