De acordo com o procurador-geral, João Batista Linck Figueira, a cidade solicitou a desconsideração da personalidade jurídica do Instituto como forma de garantir o pagamento da dívida através dos bens dos seus dirigentes. “A partir dessa medida cautelar, os dirigentes passam a responder pessoalmente e podemos evitar que seus bens sejam desviados”, explica Figueira.
Dois dos seis réus já foram citados. O município aguarda agora a contestação destes e providencia o registro da indisponibilidade dos bens em poder dos dirigentes, identificados pela investigação da Polícia Federal. O processo corre em segredo de Justiça.