Por não existir prova suficiente para a condenação, a 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça gaúcho absolveu, nesta sexta-feira, a atual prefeita de Parobé, Gilda Maria Kirsch, da acusação de falsificação de documentos públicos em novembro de 1998, quando exercia o cargo de vereadora. Ela teria alterado certificados escolares de três pessoas para que pudessem concorrer ao Conselho Tutelar.
Para o relator, desembargador Aristides Pedroso de Albuquerque Neto, que também presidiu a sessão de julgamento, há dúvida sobre a participação da ré no caso. O magistrado afirmou que a prova testemunhal se revelou comprometida e concluiu não haver certeza para fundar juízo condenatório. Acompanharam o voto do relator os desembargadores Gaspar Marques Batista e Constantino Lisbôa de Azevedo.
Prefeita de Parobé é absolvida da acusação de falsificação de documentos públicos
Gilda Maria Kirsch teria cometido crime em 1998, quando exercia cargo de vereadora