Durante reunião entre o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e líderes partidários, ficou decidido que a sessão plenária deve ocorrer ainda nesta quarta-feira, a partir das 20h30, de forma presencial.
O plenário, contudo, está ocupado desde a terça-feira por deputados da oposição ao governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e aliados do Jair Bolsonaro (PL), em protesto contra a prisão domiciliar do ex-presidente. Vinte e cinco parlamentares, inclusive da oposição, participaram da reunião do colégio de líderes, na residência oficial da presidência da Câmara.
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De acordo com o líder do PT, deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), houve consenso entre os líderes de que era preciso retomar o espaço da cadeira do presidente da Câmara. “Não dá para achar isso normal, de querer parar a atividade parlamentar à força. Foi uma chantagem. É preciso reestabelecer o trabalho legislativo”, disse.
O deputado Alencar Santana (PT-SP), vice-líder do governo, afirmou que a decisão do colégio de líderes foi uma resposta de grandeza e respeito à Câmara. “Não dá para ter qualquer tipo de ameaça ao Parlamento”, disse.