Para a polícia, os investigados cometeram crimes como desvio de recursos, falsidade ideológica e fraude em licitação. Reformas não realizadas ou feitas em condições inferiores às contratadas, em escolas estaduais, foram algumas das irregularidades identificadas pela polícia.
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Ao menos sete servidores e dirigentes de secretarias estaduais foram retirados das funções em decorrência do trabalho da PC. Entre eles o secretário-adjunto, o diretor-geral e do diretor de Obras Públicas da Secretaria de Obras. Também já haviam sido afastados das funções três servidores da 1ª Coordenadoria Regional de Obras, localizada em Novo Hamburgo, e o diretor administrativo da Secretaria da Educação. Oito foram presos durante a operação, mas acabaram sendo liberados depois de prestarem depoimento.