A Casa vota, na sequência, a que define aumento de R$ 560 e a que exclui o artigo que prevê reajustes por decretos do governo. A tendência é uma vitória com folga do mínimo de R$ 545 defendido pelo governo Dilma.
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O relator do texto, senador Romero Jucá (PMDB-RR), já se pronunciou contrário às emendas. Ele comunicou ainda que as emendas serão votadas separadamente, em votação nominal, sendo as demais votadas em globo. Ao defender a aprovação do salário de R$ 545, o relator Jucá, que também é líder do governo, reconheceu que o valor ainda é baixo, mas disse que o governo e os parlamentares vêm trabalhando para garantir uma política de valorização do piso salarial nacional.
A líder do PSOL, senadora Marinor Brito (PA), questionou a Mesa do Senado sobre os critérios que Jucá usou para escolher as emendas a serem votadas separadamente. As emendas do PSOL estão entre aquelas que serão votadas em globo, de acordo com o relator.