A Corte já fixou a pena de 16 condenados, restando oito, além de Jefferson. São eles: os deputados federais João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT); os ex-deputados Pedro Corrêa (PP), Carlos Alberto Rodrigues (PL, antigo PR), Romeu Queiroz (PTB), José Borba (PMDB); e o ex-tesoureiro do PTB Emerson Palmieri. O STF terá que decidir também se os parlamentares condenados perderão ou não o mandato. O tema é motivo de debate entre os ministros, já que parte entende que a decisão cabe ao Congresso Nacional.
Caso não haja alterações no calendário, o STF terá apenas dez sessões plenárias até o recesso de fim de ano, que começa no dia 20 de dezembro e vai até fevereiro. Não haverá sessão nesta quinta-feira, porque a data está reservada para a posse do ministro Teori Zavascki, em cerimônia no próprio STF. Ele ocupará a cadeira do ministro Cezar Peluso, que se aposentou ao completar 70 anos.
O fim do julgamento não indicará o fim do processo, pois os advogados já sinalizaram que vão recorrer das punições. Não há prazo para que o STF responda a esses recursos. A tendência é que os réus respondam ao processo em liberdade até o esgotamento de todos os recursos possíveis.
Com informações da Agência Estado e Agência Brasil