O recurso de Cunha chegou ao Supremo no dia 1º de fevereiro. Cunha voltou a defender votação secreta para eleição da comissão e a obrigatoriedade do Senado de dar prosseguimento ao processo de impeachment. Segundo o presidente da Câmara, ao aceitar recurso do PCdoB que questionou a validade do rito do impeachment adotado por ele, o STF interferiu no funcionamento interno da Casa e restringiu direitos dos parlamentares.
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