Após ser aprovado na Câmara dos Deputados em outubro, o projeto deveria ser votado no Senado em dezembro, mas foi adiado para fevereiro, quando novamente não ocorreu. O governo estadual tem a esperança de que o PLC seja votado em abril. O Piratini remeteu nessa terça-feira um documento assinado pelos três poderes gaúchos buscando pressionar o Governo Federal. “A estratégia é de convencimento técnico e de uniformidade política do estado para cobrar do Governo Federal a votação de um projeto que é seu”, disse Tarso Genro.
Tarso voltou a condicionar a participação do Governo do Estado no projeto do metrô de Porto Alegre com a aprovação do PLC. “Se o projeto da dívida não for aprovado, nós não teremos recursos para participar. O nosso aumento de recursos está condicionado. Isso pode afetar o projeto, a não ser que prefeitura ou governo federal cubra a nossa parte”, declarou.
Candidatura à reeleição não depende de aprovação do PLC 99/2013
Tarso Genro havia condicionado sua candidatura à reeleição ao Governo do Estado a aprovação do PLC 99/2013 e que a presidente Dilma Rousseff tivesse apenas um palanque no Rio Grande do Sul. No entanto, nesta quarta-feira ele retirou esses condicionamentos. Segundo o governador, isso é uma questão de estado e não de governo ou partidos. “Misturar a questão da luta pela votação do projeto, que interessa a todos os governadores, com a candidatura não é bom para o Rio Grande do Sul”, disse.
* Informações da repórter Fernanda Pugliero