O parlamentar deve recorrer. Segundo ele, a decisão dos tribunais superiores é diferente da decisão local. Bordignon destacou que no Estado, há pelo menos vinte anos, os governadores contratam através de contratos emergenciais e que nenhum governador foi denunciado.
Bordignon foi processado por improbidade administrativa ao contratar, em duas gestões como prefeito, entre 1997 e 2004, um total de 1.292 pessoas em caráter emergencial, sem concurso público, para funções permanentes. Na esfera criminal, o petista foi absolvido, pela mesma acusação.