Moradores de Gravataí e das cidades no entorno, como Cachoeirinha, Alvorada, Viamão e Glorinha, passam a contar com os serviços especializados em saúde da mulher oferecidos pela Carreta do programa Agora Tem Especialistas, do governo federal. Focada no diagnóstico precoce de câncer de mama e do colo do útero, a unidade móvel presta atendimentos e consultas ginecológicas, mamografias, ultrassonografias pélvicas e transvaginais, além de biópsias, para mulheres previamente agendadas e encaminhadas pelas secretarias de saúde municipais.
O serviço oferecido pelo Ministério da Saúde reduz a necessidade de deslocamentos para grandes centros, sendo possível atender outras regiões menores ao redor dos municípios em que estiveram. Ao todo, pacientes de mais de 2,5 mil municípios em todas as regiões do país foram atendidos desde outubro de 2025.
"O SUS voltou a ser prioridade concreta, com investimento real, presença federativa e compromisso com quem mais precisa. Estamos falando de entrega. São recursos, equipamentos, ambulâncias, unidades móveis e obras chegando em todas as regiões do Rio Grande do Sul. As carretas não são apenas estruturas itinerantes, são resposta direta a um dos maiores problemas do SUS, que é a fila para atendimento especializado", diz a superintendente do Ministério da Saúde, no Rio Grande do Sul, Marieleste de Souza da Silva.
A iniciativa já soma 80 carretas em circulação. Até o momento, 127 mil pessoas foram atendidas nas carretas e 352,2 mil procedimentos foram realizados, inclusive cirurgias de catarata que devolveram a visão para 18,9 mil pessoas.
MAIS SAÚDE E MENOR TEMPO DE ESPERA
Para reduzir o tempo de espera por atendimento especializado, o programa também atua com mutirões em finais de semana; a reativação de espaços ociosos em hospitais públicos; a ampliação do horário de atendimento em policlínicas; o provimento de mais médicos especialistas; o atendimento gratuito a pacientes do SUS em hospitais privados e filantrópicos; entre outras iniciativas que já garantiram números expressivos de cirurgias eletivas, com a marca de 14,9 milhões de procedimentos em 2025, além da marca inédita de 1,3 milhão de exames e 14 milhões de internações.
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