Saúde

Clinical Research Summit 2026 reunirá especialistas para discutir futuro da pesquisa na área da saúde

Evento promovido pelo Hospital Moinhos de Vento ocorrerá nos dias 12 e 13 de maio em Porto Alegre

Eduardo Zimmer e Eduardo Dyrz, médicos pesquisadores do Moinhos de Vento em visita ao Correio do Povo
Eduardo Zimmer e Eduardo Dyrz, médicos pesquisadores do Moinhos de Vento em visita ao Correio do Povo Foto : Fabiano do Amaral

O Hospital Moinhos de Vento (HMV) promove, nos dias 12 e 13 de maio, a segunda edição do Clinical Research Summit. O evento, realizado pela primeira vez em 2025, reunirá especialistas do Brasil e do exterior para discutir temas estratégicos para o futuro da pesquisa na área da saúde. Entre os temas abordados estão a aplicação de ferramentas de inteligência artificial, medicina de previsão e caminhos para o acesso a tratamentos inovadores. As inscrições estão disponíveis no site do evento.

Entre os destaques da programação do Clinical Research Summit 2026, que será realizado no Hotel Deville Prime, na zona Norte de Porto Alegre, estão as palestras de Kaj Blennow, um dos principais pesquisadores mundiais em Alzheimer, da Universidade de Gotemburgo (Suécia), e de Jorge Guimarães, sobre o fomento à pesquisa na área da saúde. Conforme a organização do evento, esta será a primeira vez que o pesquisador sueco, pioneiro na descoberta de biomarcadores de Alzheimer, visitará o Brasil.

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Os pesquisadores Eduardo Dytz, cardiologista e coordenador médico do Instituto de Pesquisa Moinhos, e Eduardo Zimmer, neurocientista e Head de Pesquisa do HMV, estiveram nesta semana no Correio do Povo para divulgar o evento. “Todos os agentes envolvidos em pesquisa estarão presentes no Summit. Teremos participantes da academia, da indústria, das agências de regulação e dos governos. Hoje, a pesquisa está tracionando o hospital. É essa mudança de gradiente que estamos buscando”, apontou Dytz.

Para eles, o Clinical Research Summit se tornou um hub de ideias, estratégias e conexões entre hospitais, indústrias farmacêuticas, órgãos reguladores e pesquisadores, com a missão de acelerar descobertas, fomentar colaborações e transformar vidas. “Quem fazia ciência só dentro das universidades agora está se juntando aos hospitais de excelência para ciar hubs inovadores. É algo com potencial de disrupção muito grande para os próximos anos. E o evento é a coroação dessa nova estratégia de fazer ciência”, concluiu Zimmer.