Um ato simbólico realizado na tarde deste domingo marcou os dois anos da tragédia da Pousada Garoa, ocorrido no dia 26 de abril de 2024, na unidade da avenida Farrapos, em Porto Alegre. Na oportunidade, um incêndio ocorrido durante a madrugada deixou 11 pessoas mortas e outras 15 feridas.
Na ação desde domingo, que serviu também como um protesto por justiça, foram deixadas 11 rosas brancas, representando cada ocupante da pousada que perdeu a vida na tragédia. Também foi instalada uma colcha bordada no portão do imóvel, que segue interditado, com o nome das vítimas.
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O ato foi acompanhado por pessoas que atuam em prol da causa social e por um familiar de uma das vítimas. Os ocupantes que perderam a vida na tragédia foram identificados como Anderson Correa, Dionatan da Rosa, João Batista Ebani, João Luis Gomes, Maribel Padilha, Silvério Martin, Douglas Alves, Julcemar Amador, Lenita Scheleck, Cleiton Mello e Adair Cruz.
“O que houve aqui é um absurdo de falta de fiscalização. Esperamos que haja justiça. Esses dois anos marcam uma tragédia que tem culpados, mas que infelizmente permanecem impunes”, lamentou o vereador Pedro Ruas, organizador do ato e presidente da CPI que analisou o caso na Câmara de Vereadores de Porto Alegre.