Ensino

Escolas públicas da Capital enfrentam antigos problemas na volta às aulas

Três instituições de Porto Alegre relatam problemas de infraestrutura e falta de equipamentos

Sala interditadana na Emef Desidrio Torquato Finamor, no Partenon, em Porto Alegre
Sala interditadana na Emef Desidrio Torquato Finamor, no Partenon, em Porto Alegre Foto : Giany Rodrigues / Especial / CP

O retorno às aulas em escolas públicas da Capital evidenciou problemas antigos de infraestrutura das instituições. Na última quinta-feira (13/2), primeiro dia do ano letivo da rede estadual, a EEEF Desidério Torquato Finamor teve suas dependências invadidas pela chuva. Segundo a diretora, Giany Rodrigues, a situação se repete desde 2021, devido a buracos no telhado. Além disso, problemas na rede elétrica inviabilizam a instalação de aparelhos de ar-condicionado, além de terem provocado a interdição de duas salas de aula, fechadas para uso desde 2022, conforme a diretora. Já no Instituto Estadual Professora Gema Angelina Belia, madeiras com pregos expostos, falta de isolamento em áreas com obra e móveis em lugares inadequados expõem a comunidade a acidentes. Ofício enviado pela deputada Luciana Genro à Secretaria de Educação solicita readequação do espaço.

Na rede municipal também há problemas. Conforme relato da deputada Sofia Cavedon, em visita à Emef Migrantes, a escola não tem quadros, freezer ou bebedouros, tampouco monitores para crianças com deficiência. Além disso, a direção apontou que a substituição das paredes originais por drywall provocou a queda de aparelhos de ar-condicionado recém doados à escola.