O embaixador do Irã nas Nações Unidas acusou neste sábado (28) os Estados Unidos e Israel de terem cometido um "crime de guerra". O representante iraniano assegurou que os ataques tiveram como alvo infraestrutura civil e mataram mais de 100 crianças em uma escola.
"O número de civis inocentes continua aumentando. Isto não é apenas um ato de agressão, é um crime de guerra e um crime contra a humanidade", declarou Amir Saeid Iravani em uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU. As reações do mundo a esse tipo de ataque têm sido diversas, gerando debates intensos na comunidade internacional.
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De acordo com a imprensa iraniana, os ataques já deixaram centenas de mortos e feridos, com números que continuam a crescer. A situação mantém o Oriente Médio em um estado de alerta constante.
Líder do Irã foi morto, diz Trump
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comunicou, por meio de sua rede social, a Truth Social, que o líder supremo iraniano Ali Khamenei foi morto. O governo do Irã, no entanto, ainda não confirmou se ele de fato morreu.
"Khamenei, entre as figuras mais cruéis da história, faleceu. Trata-se de justiça não apenas aos iranianos, mas a todos os americanos e cidadãos de diversas nações que foram vitimados ou feridos por ele e seu bando de criminosos violentos", declarou o republicano.
"Ele foi incapaz de fugir da nossa inteligência e dos nossos avançados mecanismos de monitoramento. Atuando junto a Israel, garantimos que nem ele, nem os demais dirigentes mortos na operação, tivessem escapatória”.
Ao concluir 2025, o Irã foi palco de revoltas civis contra o governo teocrático. No texto, Trump exorta "os iranianos a retomarem sua nação".