Polícia

Homem é condenado por roubo de R$ 524 mil em joias de escritório de advocacia em Porto Alegre

Réu recebeu pena de 14 anos e dois meses por assalto na Rua Padre Chagas, em que foram levados relógio, joias, celulares e lingotes de ouro

Seis pessoas foram rendidas no assalto que ocorreu em 14 janeiro deste ano
Seis pessoas foram rendidas no assalto que ocorreu em 14 janeiro deste ano Foto : Camila Cunha / CP Memória

Um homem foi condenado a 14 anos e dois meses de prisão, em regime inicial fechado, por roubo majorado após participar do planejamento de um assalto a um escritório de advocacia em Porto Alegre. Segundo a denúncia do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), ele fez o levantamento prévio de informações sobre o local para auxiliar na execução do crime.

O assalto ocorreu em 14 janeiro deste ano, na Rua Padre Chagas, no bairro Moinhos de Vento. Durante a ação, seis pessoas foram rendidas sob ameaça de arma de fogo. Além de joiais, foram levadas lingotes de ouro, um relógio e celulares, em um prejuízo superior a R$ 524 mil.

O assalto teve vítimas rendidas desde a entrada do prédio. De acordo com a investigação da Polícia Civil, a ação criminosa começou por volta das 20h, qunado duas pessoas que trabalhavam no local foram abordadas e obrigadas a chamar o porteiro, que também foi rendido.

Segundo o delegado Gustavo Pereira, responsável pela investigação na 3ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre, os assaltantes seguiram de elevador até o andar do escritório e renderam outras três pessoas quando a porta foi aberta. As vítimas que estavam no escritório foram amarradas durante o roubo.

Decisão da Justiça

A sentença foi proferida nesta quarta-feira, 14 de outubro, e manteve a prisão preventiva do condenado, além de determinar o pagamento de multa. A denúncia havia sido apresentada em junho pela promotora de Justiça Cláudia Regina Lenz Rosa.

Na mesma decisão, a Justiça absolveu o réu das acusações de associação criminosa e adulteração de sinal identificador de veículo automotor. Um segundo homem, denunciado pelos mesmos delitos, também foi absolvido.