Eleições

Assessoria de Giovane Byl chama prisão preventiva de "injusta"

Equipe do candidato critica impacto político da Operação Cinesia e nega irregularidades em emendas para a saúde

Giovane Byl foi preso preventivamente na manhã desta sexta-feira (18), durante a Operação Cinesia
Giovane Byl foi preso preventivamente na manhã desta sexta-feira (18), durante a Operação Cinesia Foto : Mariana Tavares / CMPA

A assessoria do vereador e candidato a deputado estadual Giovane Byl (Podemos) publicou uma nota nas redes sociais posicionando-se sobre a prisão preventiva ocorrida na manhã desta sexta-feira (18), durante a Operação Cinesia, do Ministério Público do Rio Grande do Sul.

No comunicado, a equipe de comunicação do parlamentar manifestou surpresa diante do ocorrido e considerou injusta a privação da liberdade de Giovane antes de qualquer decisão definitiva: “Ele nega as acusações e confia que sua inocência será demonstrada ao longo da investigação.”

“A prisão acontece a apenas 16 dias das eleições, justamente durante um período de crescimento expressivo de sua campanha, o que levanta legítimas preocupações sobre os impactos político-eleitorais da medida”, apontou a nota.

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No material, a assessoria reforçou que a destinação de emendas para a saúde é uma prerrogativa dos vereadores e que Giovane destinou recursos para essa área. “Mas as emendas indicadas por seu mandato não correspondem ao total de R$ 2 milhões mencionado na investigação. Por isso, é injusto associar automaticamente o vereador a todo esse montante.”

Ao final, a assessoria afirma respeitar o trabalho de investigação e informa que, quando estiver em liberdade e autorizado por sua defesa, o vereador apresentará sua versão dos fatos. “Reforçamos que acusação não é condenação e que toda pessoa tem direito à ampla defesa e à presunção de inocência.”

Assessoria de Giovane Byl chama prisão preventiva de "injusta"

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