Eleições

Lula diz que País não aceita político vira-lata e acusa Eduardo Bolsonaro de pedir intervenção de Trump

Presidente indicou que ex-deputado atua a mando de Flávio, seu concorrente eleitoral

Petista participou de ato no Distrito Federal
Petista participou de ato no Distrito Federal Foto : Sergio Lima / AFP / CP

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou em comício em Ceilândia (DF), na noite desta quarta-feira, 16, que o País não aceita políticos que agem como “vira-latas”. O presidente também acusou, sem apresentar provas, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) de estar nos Estados Unidos para tentar fazer com que o presidente norte-americano, Donald Trump, interfira nas eleições brasileiras.

“Esse País não comporta político vira-lata. Esse País não comporta político que, de dia, mostra a bandeira nacional e, de noite, vai ficar de quatro para os Estados Unidos com a bandeira americana”, disse Lula. Segundo o presidente, Eduardo estaria atuando a mando do principal opositor dele, o senador e candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro.

Lula também afirmou que irá se encontrar com Trump na próxima terça-feira, 22, durante a reunião da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), e que dirá ao norte-americano para não interferir nas eleições do Brasil.

Durante o comício, Lula atacou Flávio Bolsonaro e afirmou que ele representa um grupo político que defende a privatização de praias. O presidente também criticou a chapa bolsonarista ao Senado pelo Distrito Federal, formada pela deputada federal Bia Kicis (PL) e pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). “Uma escolheu o irmão e a outra o filho de suplente”, afirmou.

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