O partido sofreu grande desestruturação antes do pleito de 2022 e também não esteve vinculado a nenhum polo político, no caso direita ou esquerda. Na eleição passada integrou a chapa do governador Eduardo Leite e conquistou duas vagas com Cláudio Branchieri e Ronaldo Santini. Na janela, Branchieri migrou ao PL, mas a sigla teve a entrada de Kaka D’Ávila, vindo do PSDB. Em volume de votos, não houve uma grande diferença entre os dois.
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- Aposta na nominata: Agora, a sigla tenta se reposicionar como força política. E aposta na nominata para crescer. Uma das apostas é o comunicador Gugu Streit, com trajetória de mais de 40 anos nos microfones, e os vereadores Giovanni Byl, de Porto Alegre, e Deise Maranata, de Guaíba e esposa do pré-candidato do PSDB ao governo, Marcelo Maranata.
- Fator Zambiasi: O partido, que nesta eleição estará coligado na chapa de Luciano Zucco, acredita ainda no potencial do ex-senador e ex-deputado Sérgio Zambiasi, que vai concorrer à Câmara Federal, de fazer dobradinhas e potencializar os nomes da disputa à Câmara. Internamente, na visão pessimista é fazer uma bancada de quatro deputados, o dobro do atual. A otimista é chegar a seis.
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