Eleições

“Povo gaúcho cansou daquela política da esquerda”, afirma o senador eleito Sanderson

Ele foi eleito com 3.453.316 votos, cerca de 30,11% do total; a coligação “O Rio Grande Pode Mais”, que também elegeu o governador Zucco e o outro senador Van Hattem

Mais cedo, ainda durante o domingo, Sanderson esteve no Correio do Povo e na Rádio Guaíba
Mais cedo, ainda durante o domingo, Sanderson esteve no Correio do Povo e na Rádio Guaíba Foto : Mauro Schaefer/CP

Eleito com 3.453.316 votos, cerca de 30,11%, o candidato Ubiratan Sanderson (PL) foi o mais votado na disputa pelas duas cadeiras gaúchos para o Senado Federal. Natural de Erechim, mas criado em Santo Ângelo, ele pertence coligação O Rio Grande Pode Mais, que também elegeu o governador Luciano Zucco (PL) e o outro senador, Marcel Van Hattem (Novo).

Sanderson é policial federal licenciado, tendo atuado por mais de 25 anos na Polícia Federal (PF), com pós-graduação em Direito. Atualmente, é deputado federal e está na segunda legislatura. Na Câmara dos Deputados, Sanderson é vice-líder da oposição ao governo Lula (PT), e titular de cinco comissões. Duas delas envolvendo desastres e calamidades naturais, outras duas sobre segurança pública e uma sobre finanças e tributação. Tem Ireneu Orth (PP) e Ernâni Mello (PL) como suplentes.

“A minha eleição no Senado, ao lado do Marcel, ela é simbólica e indica que o povo gaúcho cansou daquela política da esquerda, que promete e não entregou nada. Estamos muito felizes com essa grande vitória, mas a responsabilidade só aumenta. Vamos para o Senado para achar saídas para as problemáticas do Rio Grande do Sul”, apontou.

Entre elas, ele citou o endividamento dos produtores rurais gaúchos e a própria dívida do Estado com a União. “Se tivermos o (Flávio) Bolsonaro lá ficará mais fácil e acho que ele vai conseguir. Com ele, com o Zucco de governador e três senadores, junto com o Marcel e o (Hamilton) Mourão, vamos fazer um cenário forte para resolver essas questões”, completou.

Sanderson também destacou a pauta da reforma do judiciário. “Também tem essas questões relacionadas aos abusos ao STF (Supremo Tribunal Federal). Temos dois ou três ministros que não possuem as menores condições de continuar lá. Cito nominalmente o Alexandre de Moraes, o Dias Tóffoli e o Gilmar Mentes. Eles não tem mais estofo moral para tomar decisões”, concluiu. Mais cedo, ainda durante o domingo, Sanderson esteve no Correio do Povo e na Rádio Guaíba.

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