Eleições

Zema ironiza ação por uso de celular em cabine de votação

Candidato à Presidência questiona ação do MPE e regras da Justiça Eleitoral sobre aparelhos eletrônicos

Zema também questiona o fato de a Justiça Eleitoral disponibilizar ferramentas virtuais para auxiliar o eleitor
Zema também questiona o fato de a Justiça Eleitoral disponibilizar ferramentas virtuais para auxiliar o eleitor Foto : Paulo Pinto / Agência Brasil / CP

O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) ironiza nas redes sociais neste domingo, 4, a ação apresentada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) após ele entrar com um celular na cabine de votação em Araxá (MG). "Mas se eu tivesse roubado um celular e falasse que era pra comprar uma cervejinha estaria tudo bem. Mais um dia de Brasil", escreveu.

Na publicação, Zema também questiona o fato de a Justiça Eleitoral disponibilizar ferramentas virtuais para auxiliar o eleitor antes da votação. "O TSE cria uma ferramenta chamada "Colinha Virtual", a gente usa e o MPE ajuíza uma ação CRIMINAL contra mim porque usei o celular. (???) ", afirmou.

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O MPE ingressou com a ação após Zema ser flagrado com o aparelho em mãos diante da urna. Mais cedo, o candidato disse que não havia sido alertado pelos mesários sobre a proibição e negou ter feito fotografias ou registros durante o voto. O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) informou que o episódio será apurado.

As regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proíbem que eleitores portem celulares, câmeras ou outros equipamentos capazes de comprometer o sigilo do voto dentro da cabine, mesmo desligados. Os aparelhos devem ser deixados em local indicado pela mesa receptora antes da votação. A Justiça Eleitoral permite que o eleitor leve uma "colinha", mas orienta que os números dos candidatos sejam anotados em papel.

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