A economia de um país se faz com vários setores produtivos e iniciativas em diversas áreas. Nos dias de hoje, tecnologia e inovação tornaram-se diferenciais importantes para agregar valor à produção e para incidir na formação do Produto Interno Bruto (PIB). Isso é uma realidade nos países desenvolvidos e é estratégico para nações em desenvolvimento, como é o caso do Brasil. Trata-se de uma necessidade que precisa ser suprida a curto, médio e longo prazos. Todavia, como se sabe, para haver a capitalização apta a impulsionar esse ciclo virtuoso, urge gerar divisas e isso deve ocorrer tanto na disputa do comércio global como no fomento do mercado interno. Nesse sentido, o setor turístico pode e deve fazer uma diferença significativa.
Essa relevância do turismo para o PIB nacional pode ser ratificada nas palavras do presidente da Embratur, Marcelo Freixo, que afirmou ser o turismo a “grande indústria brasileira do século 21”. Ele informou que, de janeiro a abril do ano em curso, 2,7 milhões de turistas estrangeiros vieram ao Brasil. O montante representa 75% do volume registrado em todo o ano passado. Esses visitantes despenderam cerca de R$ 10 bilhões em sua estada em território nacional. Visando a incentivar esse fluxo, ressaltou que a empresa estatal trabalha em parceria com prefeitos, governadores, gestores públicos e a iniciativa privada para qualificar cada vez mais os serviços turísticos. Exemplo é o Mapa do Turismo Brasileiro, com informações sobre quais municípios em cada estado têm atrativos para receber viajantes, quais nacionalidades são mais frequentes e quais lugares lhes interessam, bem como o potencial de cada região para gerar emprego e renda.
No RS e no país, é importante que se faça esse levantamento e que haja opções para ofertar desde festas temáticas às belezas naturais. Nesse ponto, os gaúchos são privilegiados com suas belas paisagens e sua parcela do bioma Pampa. O turismo é um segmento que costuma dar excelente resposta aos seus investidores.