Ao iniciar 2025, mais uma vez fica a expectativa de como serão os investimentos em educação por parte dos entes federados das três esferas, União, estados e municípios. Alguns programas anunciados, como o Pé-de-Meia, do governo federal, o Todo Jovem na Escola, do governo do Estado, e o cartão para compras de material escolar em Porto Alegre, da prefeitura da Capital, são iniciativas meritórias que precisam ser implementadas a par de outras que possam ser eficientes para modificar o cotidiano das escolas, favorecendo o aprendizado e combatendo a evasão escolar, além de contribuir para um ambiente mais interativo entre todos os envolvidos nesse processo, de forma a melhorar os indicadores da educação básica no país.
Tradicionalmente, o recesso escolar ocorre em janeiro. Ao adentrar fevereiro, já começam as atividades que terão continuidade durante todo o ano. Jornadas pedagógicas, reunião de professores, encontro com os pais e responsáveis, divulgação de metas e de projetos, tudo começa a tomar forma em mais um ano no qual os alunos serão incentivados a absorver conteúdos, a desenvolver formas empáticas de convívio e a exercer a cidadania, com respeito pelas diferenças. Nesse sentido, a educação especial tem seu aporte, realizando a inclusão de crianças e adolescentes com algum tipo de limitação. Um país com um ensino dinâmico, com bons índices, gera cidadãos com senso crítico e com capacitação técnica para exercer o ofício que escolheu. Isso implica um jogo de ganha-ganha, notadamente numa sociedade em que, não raro, veem-se jovens que ficam pelo caminho, a chamada geração “nem nem”, que não estuda nem trabalha.
Nesse processo todo, resta esperar que os governantes, finalmente, deem os encaminhamentos corretos para que se atinjam as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). Todas as proposições são importantes, mormente quando plenamente executadas a fim de chegar a bom termo com relação aos fins a que se destinam.