Presidente do BC acredita em efeitos menores na economia brasileira
Taxa Selic, em 12,25% ao ano, deve subir 1 ponto
Gabriel Galípolo, atual diretor de Política Monetária, reúne-se com o Presidente Lula na tarde desta segunda-feira para agenda não oficial
Falsas falas do diretor de Política Monetária e futuro presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foram publicadas nas redes sociais
Futuro presidente também afirmou que o BC vai buscar juro restritivo no nível necessário e pelo tempo necessário para perseguir a meta de inflação
Para o futuro presidente do BC, a dinâmica do tema impede com que notícias positivas sejam produzidas na velocidade que o mercado demanda
Resultado indica o amplo apoio de Galípolo entre governistas e oposicionistas
Após aprovação unânime na CAE, indicação precisa de aprovação do plenário
Após aprovação unânime na CAE, indicação segue para o Plenário em regime de urgência
Economista foi indicado para assumir o Banco Central
Independência à frente do órgão deve ser questionada por senadores
O Banco não criará tais parâmetros, que devem ser implementados dentro de seis meses a partir da alteração do manual que estabelece os requisitos mínimos para a experiência do usuário
Instituições financeiras projetam aumento de 0,25 ponto porcentual, com taxa de juros chegando a 10,75%
Data foi marcada pelo presidente da Casa, senador Rodrigo Pacheco
O indicado ainda precisará passar por uma sabatina no colegiado
Líder do governo prefere fazer a sabatina, mas deixar o plenário para depois do pleito
Lula e ministros se reuniram nesta segunda-feira para definir cronograma
Indicação foi confirmada pelo ministro Fernando Haddad nesta quarta-feira
Atual diretor de Política Monetária era o principal cotado para o lugar de Campos Neto
Discurso do diretor de Política Monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, ficou dentro do que o mercado esperava. A hipótese de que ele seja indicado ao comando do BC também teria provocado a queda das taxas