Conforme o MPRS, o educador se aproveitava da autoridade para cometer os crimes foram praticados entre os anos letivos de 2025 e 2026
Investigação começou a partir de informações que indicavam que um homem estaria cometendo o crime
Vítima era submetida a prática reiterada de atos libidinosos mediante ameaça psicológica
Maior de idade que conversava com o investigado em aplicativo de relacionamentos fez a denúncia após o suspeito sugerir a participação de uma criança em atos sexuais
Polícia Federal e Polícias Civis cumprem mandados de busca e apreensão em todas as unidades da Federação
Investigação focava no filho, mas também encontraram indícios
Segundo a decisão, ficou configurado estupro de vulnerável de forma continuada, além de descumprimento de medida protetiva
Ação contou com informações obtidas por meio de cooperação internacional
Investigação começou a partir de uma notícia-crime enviada pela embaixada dos Estados Unidos